No Amapá, operações contra corrupção expõem desvio de dinheiro público, mas não abalam investigados
Eleitorado alterna indignação seletiva e fidelidade a lideranças com histórico judicial O Amapá, uma das menores economias do país e fortemente dependente de transferências federais, convive há pelo menos duas décadas com um paradoxo político: operações robustas da Polícia Federal, denúncias do Ministério Público Federal e decisões judiciais revelam esquemas de desvio de dinheiro público, fraudes em licitações e uso eleitoral da máquina, mas o impacto dessas investigações sobre a opinião pública nem sempre se transforma em punição eleitoral.





























