Segundo turno das eleições registra menor abstenção em 20 anos
Abstenções nas eleições gerais de 2026 caíram de 33.469.244 no primeiro turno para 30.509.005 no segundo turno, diferença de mais de 2,9 milhões de pessoas.
Abstenções nas eleições gerais de 2026 caíram de 33.469.244 no primeiro turno para 30.509.005 no segundo turno, diferença de mais de 2,9 milhões de pessoas.
O Acre depende em grande parte de transferências governamentais para sua receita corrente. Cerca de 67% dos recursos são provenientes de repasses de outros entes federativos, enquanto a receita própria estadual corresponde a cerca de 33% do total apurado entre janeiro e agosto de 2026.
A direita manteve e ampliou sua presença nos governos estaduais após o segundo turno das eleições. O PL, o PP e o Republicanos aumentaram suas bancadas, consolidando o predomínio do centrão. O PL passou a comandar seis Estados, enquanto o PP e o Republicanos terão quatro governadores cada a partir de 2027.
As abstenções nas eleições gerais de 2026 caíram de 33.469.244 no primeiro turno, para 30.509.005 de eleitores no segundo turno, diferença de mais de 2,9 milhões de pessoas. Em termos percentuais, no primeiro turno 21,08% dos eleitores aptos a votar preferiram não ir às urnas no último dia 4.
O Brasil voltou a ter três mulheres governadoras em uma mesma eleição após 20 anos. Celina Leão (PP) foi eleita governadora do Distrito Federal e Mailza Assis (PP) venceu no Acre. Juntas a Raquel Lyra (PSD), reeleita em Pernambuco, as três mulheres igualaram o recorde de 2006, quando três mulheres conquistaram governos estaduais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou o número de votos recebidos em todas as 27 unidades da Federação entre o primeiro e o segundo turno das eleições de 2026. O maior crescimento absoluto ocorreu em São Paulo, onde o petista conquistou 2.613.861 votos adicionais, seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.
O ex-torneiro mecânico Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente da República neste domingo, com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do senador Flávio Bolsonaro (PL), em uma virada inédita desde a redemocratização brasileira. Lula, de 80 anos, conquistou 68.256.232 votos, enquanto Flávio obteve 59.826.041 no resultado final.
Das 19 disputas pelo governo estadual, 13 governadores conseguiram a reeleição, enquanto seis foram derrotados nas urnas. Os resultados definidos neste domingo, 25, trouxeram surpresas e mudanças no cenário político de seis Estados.
A eleição que aconteceu ontem (25), além de eleger o presidente que governará o Brasil, também definiu seis governadores em diferentes regiões do país. No primeiro turno, 21 representantes foram eleitos para governar seus estados pelos próximos quatro anos.
O resultado do segundo turno das eleições de 2026, nesse domingo (25), consolidou o novo mapa partidário do Brasil. Com a definição de quem governará os estados do Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e o Distrito Federal, um fato chama a atenção: a partir de 2027, o comando das 27 unidades da federação ficará concentrado em apenas oito partidos.
O segundo turno das eleições gerais de 2026 registrou queda nas abstenções. Ao todo, 30.509.005 eleitores não foram às urnas neste domingo (25), contra 33.469.244 no primeiro turno, uma diferença de mais de 2,9 milhões de pessoas. De acordo com os dados da Justiça Eleitoral, o percentual de abstenções no segundo turno ficou em 19,22% dos 158.745.502 eleitores aptos a votar.
Abstenções nas eleições gerais de 2026 caíram de 33.469.244 no primeiro turno para 30.509.005 no segundo turno, diferença de mais de 2,9 milhões de pessoas.
No domingo, 19,22% dos eleitores aptos se ausentaram do pleito As abstenções nas eleições gerais de 2026 caíram de 33.469.244 no primeiro turno, para 30.509.005 de eleitores no segundo turno, diferença de mais de 2,9 milhões de pessoas. Em termos percentuais, no primeiro turno 21,08% dos eleitores aptos a votar preferiram não ir às urnas no último dia 4.
A Polícia Federal (PF) registrou 86 ocorrências relacionadas a possíveis crimes eleitorais durante o segundo turno das Eleições 2026, realizado no domingo (25). O balanço divulgado nesta segunda-feira (26) aponta que 74 pessoas foram conduzidas à instituição para os procedimentos cabíveis.
A Polícia Federal contabilizou 86 registros de possíveis crimes eleitorais no 2º turno das eleições de 2026, realizado no domingo (25/10). Até as 8h desta segunda-feira (26/10), 74 pessoas haviam sido encaminhadas para prestar esclarecimentos. A corporação abriu 13 inquéritos policiais, formalizou 64 TCOs (Termos Circunstanciados de Ocorrência) e analisava 6 situações de flagrante.
A Polícia Federal (PF) registrou 86 casos relacionados a possíveis crimes eleitorais durante o segundo turno das Eleições Gerais de 2026, realizado neste domingo (25/10). Até às 8h desta segunda-feira (26/10), foram instaurados 13 inquéritos policiais e lavrados 64 termos circunstanciados de ocorrência (TCOs), além de seis situações flagranciais que permaneciam em análise.
A histórica vitória de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) na noite do último domingo (25/10) – com uma diferença considerável de pouco mais de 4 milhões de votos (maior do que a vitória de Lula sobre Jair Bolsonaro) – produziu, sem dúvida, um conjunto de outras vitórias.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu 64,2 milhões de votos no segundo turno das eleições presidenciais, realizado neste domingo (25), cerca de 10,3 milhões a mais que no primeiro turno, quando obteve quase 53,9 milhões. O crescimento foi registrado nos 26 estados e no Distrito Federal, com destaque para São Paulo e Minas Gerais.
O Senado pode analisar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite regimes específicos de tributação para clubes, associações esportivas e organizações esportivas sem fins lucrativos. A PEC 6/2026, do senador Alan Rick (Republicanos-AC), busca aproximar o tratamento tributário dessas entidades daquele previsto para as sociedades anônimas do futebol, as SAFs.
O número de abstenções no segundo turno das eleições de 2026 caiu em comparação ao primeiro turno. No geral, a abstenção ficou em 19,22%, totalizando 30,5 milhões de eleitores. A diferença, em números, é de cerca de 3 milhões de pessoas.