NÚMERO DE CASOS ATIVOS DA COVID-19 CAI PARA 67 EM MARAÚ; 34 EM BARRA GRANDE
A Secretaria de Saúde de Maraú confirmou nesta segunda-feira, 05 de julho, 66 casos ativos da COVID-19, em todo município.
A Secretaria de Saúde de Maraú confirmou nesta segunda-feira, 05 de julho, 66 casos ativos da COVID-19, em todo município.
A organização do Réveillon Mil Sorrisos, em Barra Grande, Maraú, está apostando no fim da pandemia nos próximos meses, ou pelos menos que a crise sanitária diminua significativamente os seus efeitos, e publicou, em sua rede social, as primeiras atrações musicais do evento, que deverá ser realizado no fim de dezembro.
O Corporificar investiga o sagrado feminino raiz a partir de uma construção e entendimento indígena no Litoral Oeste | Fotos: Luana Sousa / Luan de Castro Tremembé Itapipoca – CE. Durante os meses de fevereiro e março o experimento em dança Corporificar, da artista Rafaela Lima, leva atividades presenciais e on-line a companhias de dança e escolas de cultura de Itapipoca.
Integrantes do Serviço de Inteligência (SI) da 25ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior prenderam em flagrante, por volta das 15h30 desta terça-feira (02), três homens de 22 e 19 anos (dois deles) por prática de roubo, ocorrido na noite do último domingo (31) na Praça da Juventude, em Euclides da Cunha (BA). Segundo o registro policial, o fato chamou atenção pela violência empregada.
As indígenas Tremembé da Barra do Mundaú produzem uma diversidade de materiais e tipologias artesanais | Fotos: Lauriane Tremembé / Mosaico: Flávia P. Gurgel Itapipoca – CE.
O costume de sepultar pessoas no chão das igrejas no Brasil durou entre o século XVI e as primeiras décadas do século XX, apesar da proibição feita através de carta régia, em 1801.
Mané Bernardes era chamado de Bernaldo. Argemiro ficou conhecido como Azimio. Agumercino virou Amercino. Arcílio passou a ser, simplesmente, Arcilo. Por fim, Benevides ou Bené, como preferir. Eles formavam o grupo de grandes mentirosos da cidade de Rodelas. Suas mentiras eram aquelas de salão.
Francisco dos Santos, o Chiota, ex-presidente do Humaitá e funcionário aposentado do Banco do Brasil, é um dos três últimos mestres fogueteiros que produzem busca-pés para as festas de São João, em Barra (BA), onde clubes com nomes de batalhas da Guerra do Paraguai fazem uma bela festa. A cidade já teve oito fogueteiros, mas dois desistiram da função e os outros três morreram.
O carroceiro aposentado Valdenor Vicente Torres, que completa 70 anos hoje, passou a vender rapé no Mercado Municipal de Barra quando se aposentou por causa de dores na coluna e crises de asmas que o impediam de fazer serviços pesados.
O ônibus que faz a linha Salvador-Barra para de repente na estrada, após 13h30 de viagem. Os faróis do veículo da empresa Cidade Sol são a única iluminação. Um pouco adiante, se vê três pessoas, próximas a uma moita. “Por que parou? ”, pergunta um dos quatro passageiros que ainda estão no veículo após 12 paradas em cidades e povoados.