Circenses e indígenas do Ceará têm vulnerabilidade agravada na pandemia
Por Adriana Pimentel Colaboradora A situação dos pequenos circos já não era fácil antes da pandemia | Foto: Adriana Pimentel Fortaleza – CE. Como diz o dito popular “Uma mão lava a outra” e, nesses tempos de pandemia, essa mensagem ganha ainda mais significado, e pode ser ampliada também no entendimento de unir forças no combate à falta de direitos básicos, como, por exemplo, o alimento.







