Carlos Karoá escreve: ‘DITADURA’
No início dos anos 70 do século passado, me “desbandeirei” pras terras da Bahia” pra cuidar de mim mesmo, era chegada a hora de deixar a cama quente e gratuita do meu velho pai.
No início dos anos 70 do século passado, me “desbandeirei” pras terras da Bahia” pra cuidar de mim mesmo, era chegada a hora de deixar a cama quente e gratuita do meu velho pai.
No finalzinho da década de 60, aportaram lá pras bandas das terras frias de Morro do Chapéu, dois rapazes de origem portuguesa. Homens simples, trabalhadores, logo, logo granjearam a amizade dos gentios, vez que Morro do Chapéu cultuava a política da hospitalidade e da boa vizinhança. seus nomes: Ailton e Guilherme Cavalheiro de Paiva.
Tia Maria sempre foi a mais ” danada” da família. Esta sentença alardeada no meio da parentada, tá nas raízes de todos os sobrenomes brasileiros, pois é comum ter alguém merecedor do apelido de “capeta”, no seio das linhagens dos clãs.
Um dia, um homem de barbas negras, roupas feitas de peles de animais, viu pela primeira vez, lindo, impressionante, um arco-íris nos céus. Varrumou na sua cabeça primitiva, uma explicação para aquela maravilha da natureza, mas por mais que expremesse a mufa, não achou um veredicto convincente.
Em 1968, o rei Roberto Carlos, tinha o mesmo físico de homem médio, que tem agora. Mas, já era espadaúdo nos umbrais da CBS, a gravadora que o lançou pro estrelato, que certamente o acompanhará por séculos seculorium.
Os ingleses, na maioria esnobes e ausentes de simpatia, reivindicam para os súditos da rainha, a invenção da seresta. Apregoam de peito estufado, a lenda secular de que foram eles os primeiros a andarem pelas ruas nas madrugadas frias de Londres, com as tripas mergulhadas em whisky, enfrentando o “fog” londrino e entoando canções de amor para suas eleitas, fossem elas namoradas ou não.