Venezuela anuncia que irá libertar presos políticos, incluindo estrangeiros
O regime chavista anunciou nesta quinta-feira (8) que irá libertar presos políticos na Venezuela, incluindo estrangeiros.
O regime chavista anunciou nesta quinta-feira (8) que irá libertar presos políticos na Venezuela, incluindo estrangeiros.
O fechamento do espaço aéreo na Venezuela ao longo do final de semana gerou transtornos e prejuízos às companhias aéreas que passam pela região, sobretudo em voos com destino aos países no mar do Caribe.
Com a líder interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, firmando-se no poder após a captura de Nicolás Maduro, o governo Donald Trump se mostrou disposto a cooperar com a chavista. Em declarações recentes, o presidente e seu secretário de Estado, Marco Rubio, disseram que vão trabalhar com Delcy desde que ela tome “boas decisões”, nas palavras do chefe da diplomacia americana.
O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, compareceu a um tribunal em Nova York nesta segunda-feira (05/01). Em sua primeira aparição desde a captura pelos Estados Unidos, Maduro e sua esposa, Cilia Flores, declararam-se inocentes perante o juiz Alvin Hellerstein. A audiência teve duração de pouco mais de meia hora.
O julgamento de Nicolás Maduro, ditador deposto da Venezuela após ser capturado pelos Estados Unidos no fim de semana, começou na tarde desta segunda-feira (5) em um tribunal em Nova York. A expectativa é que audiência seja breve e o juiz ordene a prisão preventiva do líder e de sua esposa, Cilia Flores.
Era para ser mais uma cerimônia protocolar de início do ano legislativo na Assembleia Nacional da Venezuela, dominada pelo PSUV (o partido do regime). A abertura dos trabalhos nesta segunda-feira (5), no entanto, ocorre dois dias depois do ataque dos Estados Unidos ao país latino e da captura do ditador Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores.
O Brasil participa, nesta segunda-feira (05/01), de reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir a situação da Venezuela. O encontro foi solicitado pela Colômbia após a ação militar dos EUA que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
Pelo menos 40 pessoas morreram durante a operação conduzida pelos Estados Unidos para capturar Nicolás Maduro nesta sexta-feira (03/01), segundo o jornal americano The New York Times. A ofensiva resultou em mortes de civis e soldados venezuelanos, conforme informado por um alto funcionário do governo local, que preferiu não se identificar.
A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, afirmou neste sábado (03/01) que a Venezuela nunca se tornará colônia de nenhuma nação. Em seu primeiro discurso após a captura de Nicolás Maduro, ela exigiu a libertação imediata do presidente e de sua esposa, Cilia Flores.
O ministro da Defesa, José Múcio, informou neste sábado (03/01) que a fronteira do Brasil com a Venezuela, em Roraima, permanece tranquila, monitorada e aberta. O governo brasileiro também afirmou não ter registro de cidadãos brasileiros feridos durante os bombardeios dos Estados Unidos no território venezuelano.
Presidente disse que ação violou direito internacional e soberania O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou na manhã deste sábado sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump declarou, neste sábado (03/01), que o governo americano passará a administrar a Venezuela até a consolidação de uma transição política considerada adequada por Washington. O anúncio ocorreu em pronunciamento oficial após a operação militar batizada de “Determinação Absoluta”, que resultou na prisão de Nicolás Maduro.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que vai governar a Venezuela após a captura do ditador Nicolás Maduro, e comemorou a ação militar realizada neste sábado (3) contra o país. “Vamos governar o país até que haja uma transição adequada e justa”, disse Trump em pronunciamento à nação. “Estávamos preparados para atacar novamente, um ataque muito maior, mas isso provavelmente não será necessário”, afirmou o republicano, dizendo que…
O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, serão julgados na Justiça de Nova York por crimes de narcoterrorismo e tráfico de drogas depois de serem capturados pelos Estados Unidos neste sábado (3) durante ataque americano contra o país caribenho.
A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pamela Bondi, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, foram formalmente denunciados no Distrito Sul de Nova York. A informação foi divulgada em uma publicação nas redes sociais.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra cenas de desespero entre cidadãos venezuelanos durante os ataques registrados no país, com pessoas correndo pelas ruas, gritos ao fundo e edifícios danificados após explosões.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (03/01) a captura de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores após ofensiva militar em solo venezuelano. Segundo Trump, o casal deixou o país de avião sob custódia americana.