Prevenção e acolhimento marcam Dia D do Outubro Rosa em Santos
Prevenção, acolhimento e conscientização marcaram o Dia D de mobilização da Campanha Outubro Rosa, neste sábado (17), em Santos, no litoral de São Paulo.
Prevenção, acolhimento e conscientização marcaram o Dia D de mobilização da Campanha Outubro Rosa, neste sábado (17), em Santos, no litoral de São Paulo.
Santos realiza neste sábado (17) o Dia D da campanha Outubro Rosa, com vacinação, exames e atividades de prevenção em policlínicas de toda a Cidade e no Complexo Hospitalar dos Estivadores (CHE).
A recusa de famílias para a doação de órgãos após a morte encefálica é 17 pontos percentuais menor em Santos, no litoral de São Paulo, do que a média registrada no Brasil. Enquanto 42% dos familiares negam a autorização no país, o índice na cidade é de 25%, segundo dados apresentados durante o Fórum Setembro Verde.
Santos entra no Setembro Verde com uma missão: falar mais sobre doação de órgãos e incentivar a população a conversar com a família sobre essa decisão.
Com tema “Amamentação para um começo de vida sustentável: Fortaleça o que funciona”, Santos promove neste sábado (29), a 15ª edição da Hora do Mamaço, das 14h30 às 17 horas, no Clube dos Ingleses (Rua Santa Catarina, 127, no bairro José Menino). A ação marca o encerramento da programação da campanha Agosto Dourado.
Mães de recém-nascidos internados na UTI Neonatal do Complexo Hospitalar dos Estivadores, em Santos, no litoral de São Paulo, agora podem permanecer mais perto dos filhos durante todo o período de internação. O hospital inaugurou na quinta-feira (13) um espaço de acolhimento que funciona 24 horas por dia e oferece local para descanso, alimentação e acompanhamento da equipe multiprofissional.
Hospitais municipais e unidades de saúde da Baixada Santista estão entre os contemplados pelo programa Tabela SUS Paulista Municipal, nova etapa da política de financiamento da saúde anunciada pelo Governo de São Paulo. O decreto que institui a medida foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado e prevê cerca de R$ 760 milhões em repasses anuais para hospitais municipais paulistas.