Opinião: “Se eu fosse pai, seria amado”: fala de Odete Roitman expõe desigualdade entre maternidade e paternidade
Uma fala dita na novela da noite passada reverberou nas redes, nas conversas de rua e, sobretudo, no debate público sobre a condição feminina no Brasil. Interpretada por Débora Bloch, a personagem Odete Roitman fez uma das declarações mais contundentes da teledramaturgia recente: “Ser mãe exige muita submissão, muita abnegação.

