Ventos d´África; Por Angela Barros Leal
Recém chegando em terras lusitanas ligo para uma amiga. Que me responde em voz cavernosa, como se falasse de dentro de enterradas minas ou por detrás de um emaranhado de lençóis. Eu a escuto como quem ouve sons emitidos das profundezas da terra, um eco a rebater e se desfazer sobre a superfície áspera de paredes de pedra.














