TSE nega remoção de vídeo que chama Flávio Bolsonaro de ‘mentiroso Master’
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou a remoção de um vídeo da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com alegações sobre o candidato Flávio Bolsonaro (PL).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou a remoção de um vídeo da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com alegações sobre o candidato Flávio Bolsonaro (PL).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta sexta-feira (16) para manter a decisão do ministro Marco Aurélio Belizze que proibiu a Meta de restringir a entrega de postagens sobre os candidatos à Presidência da República. Quatro dos sete ministros votaram pela manutenção.
A TV Bandeirantes realiza neste domingo (18), às 20h, o primeiro debate presencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Os dois candidatos confirmaram presença no encontro, que ocorre após ambos terem faltado aos debates do primeiro turno.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria de votos nesta sexta-feira (16) para manter a decisão do ministro Marco Aurélio Belizze que proíbe a Meta de restringir a entrega de postagens envolvendo candidatos à Presidência da República. Quatro dos sete ministros votaram pela manutenção.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) restringiu nesta sexta-feira (16) o uso de canais no WhatsApp em campanhas eleitorais, aprovando por unanimidade critérios que vinculam essas plataformas à Justiça Eleitoral. A medida responde a decisões conflitantes da corte sobre os canais do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria nesta sexta-feira (16) para referendar a decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze que determinou à Meta, dona de Instagram, Facebook e WhatsApp, que não limite injustificadamente o alcance de conteúdos políticos nem favoreça as candidaturas de Lula (PT) ou de Flávio Bolsonaro (PL) por meio de ferramentas de inteligência artificial.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta sexta-feira, 16, por unanimidade, manter a decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze Oliveira que determinou que a Meta, big tech dona de plataformas como WhatsApp, Instagram e Facebook, não deve interferir na distribuição de conteúdo eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro.
LAURA INTRIERI FOLHAPRESS A B22, criptomoeda promovida com pedidos de voto em Flávio Bolsonaro (PL), acumulava queda de 86% na tarde desta sexta-feira (15 ) em relação a seu pico, uma semana após ser lançada. Os responsáveis pela iniciativa anunciaram o encerramento das operações e divulgaram um vídeo no qual admitem ter associado o projeto à política para ganhar visibilidade e pedem desculpas.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Floriano de Azevedo Marques, concedeu liminar nesta quinta-feira (15) que suspende os efeitos dos acórdãos do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) que cassaram o mandato da vereadora Aava Santiago (PSB) por infidelidade partidária. Com a decisão, a posse do suplente Michel Magul fica impedida até o esgotamento da instância ordinária.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pediu destaque no plenário virtual e paralisou o julgamento que formava maioria para derrubar sua decisão de remover um vídeo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o “tesouraço” prometido pelo candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). O caso será reiniciado no plenário físico, sem data marcada.
A TV Bandeirantes confirmou para este domingo, às 20h, o primeiro debate presencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições 2026. Os dois candidatos confirmaram presença no evento, que será o primeiro confronto direto entre eles na campanha presidencial.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) derrubou a regra que exigia espera de 48 horas para reativar canais de WhatsApp, como o ‘Exército do Lula’ e o ‘Tropa do Flávio’, após o registro dos endereços pelas campanhas. A decisão, unânime, foi tomada nesta quinta-feira (15).
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a retirada de publicações nas redes sociais que associam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, a um suposto ritual satânico durante ato de campanha na Avenida Paulista, em São Paulo. A decisão é da ministra Estela Aranha e atende a pedido da coligação do presidente.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nesta quinta-feira (15) a remoção de um vídeo publicado nas redes sociais do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a irregularidades envolvendo seu filho, investigado no contexto das fraudes contra aposentados do INSS. A decisão foi tomada por 4 votos a 3.
A ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou na noite de quarta-feira (14) a remoção de publicações que associam o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a um suposto ritual satânico. A liminar atende a pedido da Coligação Brasil Pronto pra Mais e vale para perfis citados na ação, incluindo os de dois deputados federais.
A ministra Estela Aranha, do TSE, rejeitou um pedido da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para remover um vídeo do ex-vereador Carlos Bolsonaro que afirmava que o governo pode desvincular os reajustes do salário-mínimo e das aposentadorias. Os advogados de Lula afirmam que a informação é falsa e que essa possibilidade já foi desmentida pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), interrompeu nesta quinta-feira (15) o julgamento virtual que analisa a retirada de um vídeo da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A peça critica as propostas econômicas do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade nesta quinta-feira (15) mudanças na resolução sobre propaganda eleitoral para afastar a exigência de prazo de 48 horas após o registro para uso de endereços eletrônicos entre o 1º e o 2º turnos das eleições. A partir de agora, as ferramentas podem ser usadas imediatamente após a comunicação à Justiça Eleitoral.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta-feira (15) uma resolução que derruba o prazo de 48 horas para as campanhas usarem canais oficiais registrados entre o 1º e o 2º turno das eleições. A medida foi apresentada pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, e vale para todos os candidatos.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), retirou nesta quarta-feira (15) do julgamento virtual e levou ao plenário da Corte o caso do vídeo da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com críticas às propostas econômicas do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.