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Dossiê · Evento · nº 1057

Festa de São João

Notícias430no arquivo
Primeira menção1 fev 2017mais antiga registrada
Última menção30 out 2026há 1 dia
Tom da cobertura24%·5%

Cronologia

20 nesta página
06 fev2018 · 07h00

Parto beiradeiro

SOTAQUE DE UM POVO NAS BARRANCAS DO VELHO CHICO. TER UMA ÉGUA E SER PARTEIRA NA REGIÃO DO TABULEIRO A noite era de lua clara e um vento do lado norte balançava a paia seca do carnaubal. Eu já descansava o resto de esqueleto, numa cama de vara, quando o vento silenciou, deixando ecoar uma voz na banda esquerda da casa. “Celina!” Valha – me, minha Santíssima!

31 jan2018 · 07h00

Memórias de Nazinha

Ana Costa Ramos, a Nazinha, estava grávida do filho Gildásio quando “o negócio da tal revolução de 1964” apareceu em Iaçu, na região centro norte baiana, a 279 quilômetros de Salvador.

20 jan2018 · 09h00

Arredores

A visita ao município de Cedro de São João, no início deste ano, serviu também para desbravar um pouco do sertão sergipano, onde começava a ser gestado o programa Meus Sertões Universidade.

31 ago2017 · 08h00

A fazedora de bonecos

O artesanato está presente na vida de Valerita Santana, a dona Lita, 80 anos de idade e 82, na certidão. A data do documento foi acrescida de dois anos para ela poder votar mais cedo em um tempo que a fiscalização eleitoral praticamente não existia.

02 ago2017 · 06h30

O gênio do bronze

Deocleciano Martins de Oliveira fez a cidade de Barra (BA) ficar mais bela e culta. Ele era torcedor e integrante do Riachuelo, uma das três agremiações com nomes de batalhas da Guerra do Paraguai que desfilam durante a festa de São João na cidade.

18 jul2017 · 07h00

O mundo fantástico de Fernandinho

Hidroaviões aterrissavam no rio São Francisco, a locomotiva e os vagões dos trens de carga e de passageiros eram desengatados para serem transportados por ferry-boat de Sergipe para Alagoas. O cenário fantástico de Propriá, entre 1948 e 1980, tinha tudo a ver com os filmes que os cinemas existentes nesse período passavam em suas telas.

12 jul2017 · 08h00

Bar do Getúlio e a venda de cachaça

O Bar do Getúlio, em frente à Igreja Matriz, na cidade de Cedro de São João (SE) sempre bateu recorde de venda de cachaça. Em seus áureos tempos, o mínimo comercializado eram 600 litros por mês ou 7.200 litros por ano.

22 jun2017 · 06h00

O glorioso Humaitá

O ‘forte’ Humaitá, clube que lembra uma das passagens da Guerra do Paraguai e se destaca no São João de Barra (BA), foi fundado pela família Meira Lima, no bairro Nossa Senhora do Rosário, em 1896. Ele é mais novo quatro anos do que o Curuzu, a primeira agremiação da cidade.

21 jun2017 · 14h00

Sabor de São João

Quando se fala em São João uma das primeiras coisas que vem à cabeça são as comidas típicas. Maria Rosa aprendeu a cozinhar aos 10 anos, com a ajuda da mãe. Junina de nascimento, começou a fazer comidas típicos para os festejos juninos quase 30 anos depois e transformou isso em uma fonte de renda.

Meus Sertões Tecnologia tom: positivo
21 jun2017 · 06h00

A preparação do arsenal

Francisco dos Santos, o Chiota, ex-presidente do Humaitá e funcionário aposentado do Banco do Brasil, é um dos três últimos mestres fogueteiros que produzem busca-pés para as festas de São João, em Barra (BA), onde clubes com nomes de batalhas da Guerra do Paraguai fazem uma bela festa. A cidade já teve oito fogueteiros, mas dois desistiram da função e os outros três morreram.

20 jun2017 · 06h00

O clube dos fogos de cores

Trinta e cinco anos depois do fim da Guerra do Paraguai, os moradores da rua Jaguara, hoje Marechal Deodoro da Fonseca, e das imediações do Palácio Episcopal, na cidade de Barra (BA) criaram um grupo chamado União Central, e levantaram um mastro embandeirado.

14 jun2017 · 06h00

Claudinha Perigo

No campo de batalha, a mais valente das soldadas transforma o perigo em uma sensação maravilhosa que só quem está dentro do fogo é capaz de sentir. Faíscas, chamas e explosões fazem Claudia Regina Damacena dos Santos ganhar mais coragem.

02 jun2017 · 14h30

Terra sagrada

Camacan é uma cidade do sul baiano bem próxima ao sertão (fica a 67 km de Potiraguá). Fundada em 1961, foi uma das maiores produtoras de cacau do país na década de 70, mas entrou em declínio 20 anos depois por causa da praga “vassoura de bruxa” que dizimou as plantações.

24 mai2017 · 06h00

O milagre de abril

A notícia chega 43 quilômetros antes do destino. Em Japaratuba (SE), terra do artista plástico Arthur Bispo do Rosário, a coordenadora do Memorial Histórico Dr. Otávio Accioli Sobra, Magnólia Góis Menezes, informa que a Lagoa da Salomé, em Cedro de São João, uma das maiores do estado, está praticamente seca.

09 mai2017 · 06h00

Zezé e João

João Raimundo de Melo, 76 anos, passou a maior parte da vida negociando porcos e cavalos. Assim, conseguiu comprar 200 tarefas de terra e a casa confortável, em frente à Igreja Matriz, em Cedro de São João, no sertão sergipano.

27 abr2017 · 06h00

Flagelo ou trevas

Pouco antes da décima segunda badalada, havia olhares atentos pelas frestas das janelas de madeira nas casas próximas. A rua deserta e iluminação fraca dos postes criavam a atmosfera de tensão. Ou melhor, de medo. Medo de ser surpreendido pela procissão com homens vestidos de capuzes e mortalhas brancas ou enrolados em lençóis, fazendo súplicas.

26 abr2017 · 00h15

Os lobisomens do Cedro

No tempo em que não havia grades nas portas e janelas das casas de Cedro de São João (SE) e os assuntos principais não eram assaltos e arrastões, os moradores ficavam sentados na calçada até tarde, muitas vezes ouvindo contadoras de histórias, como Noêmia Nunes, já falecida, desfiar relatos sobre homens que viravam lobos.

25 abr2017 · 06h00

Do tempo do salamim

Francisco Gomes de Nero, o Chiquinho, entrega a idade quando utiliza o salamim (ou celamim) para se referir a quantidade de farinha que sua fazenda produzia. Essa antiga medida, de origem árabe, foi utilizada em Portugal e no Brasil até a segunda metade do século XIX.

20 abr2017 · 06h00

Macondo real

Batinga, localizada na cidade de Cedro de São João (SE), era a 13ª estação do trecho Aracaju-Propriá, onde se ligava com a linha que seguia para Recife (PE).

18 abr2017 · 06h00

Miguel e a alumã

Prestes a completar 87 anos em julho, Miguel Martins do Reis mantém a rotina de acordar muito cedo e ir a pé para sua plantação a dois quilômetros de casa, em Cedro de São João. Lá, passa o dia “aguando e cuidando das plantas”.