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Dossiê · Estado · nº 37

Goiás

Notícias719no arquivo
Primeira menção29 dez 2016mais antiga registrada
Última menção1 nov 2026há 28 min
Tom da cobertura3%·2%

Cronologia

6 nesta página
21 mai2019 · 08h00

Serra-velho

A partir do depoimento de Sônia Mariz à médica e pesquisadora de cultura popular Helenita Monte de Hollanda, registrado no vídeo acima, Meus Sertões pesquisou um pouco mais sobre esta estranha brincadeira que se espalhou pelo Brasil, principalmente nas regiões Nordeste e Norte, a partir do século 18.

19 dez2018 · 08h00

Assentamento Maria Zilda

O assentamento Maria Zilda, a dois quilômetros do centro de Cordeiros (BA), tem esse nome para homenagear a agricultora assassinada por jagunços que atacaram o acampamento do MST, próximo à Fazenda Caldeirão, em Vitória da Conquista, em outubro de 1994.

07 ago2018 · 03h55

A alma alvinegra de Villadônega

Villadônega de Souza Rodrigues jogava pelada debaixo de uma ponte no bairro de Jequiezinho, em Jequié, cidade do sudoeste baiano a 365 quilômetros de Salvador, quando foi descoberto pelo médico e diretor de hospital Sebastião Azevedo. Sócio benemérito do Vasco, Azevedo resolveu mover céu e terra para levar o menino de 12 anos para fazer um teste no time infanto-juvenil do clube pelo qual torcia.

13 jul2017 · 07h00

Fim das trevas

A chegada do primeiro boleto da conta de energia elétrica, no valor de pouco mais de R$ 50, foi comemorada como um troféu pelos moradores da Fazenda Simplício, localizada no sertão de Conselheiro, em Canudos, às margens da BR 116. Primeiro, as 46 famílias da região aguardaram uma vida pela chegada dos postes.

22 jun2017 · 06h00

O glorioso Humaitá

O ‘forte’ Humaitá, clube que lembra uma das passagens da Guerra do Paraguai e se destaca no São João de Barra (BA), foi fundado pela família Meira Lima, no bairro Nossa Senhora do Rosário, em 1896. Ele é mais novo quatro anos do que o Curuzu, a primeira agremiação da cidade.

29 dez2016 · 06h00

A missão de Joabes

Joabes R. Casaldáliga é fotógrafo e comunicador popular. Trabalha há dois anos no Centro de Convivência e Desenvolvimento Agroecológico do Sudoeste da Bahia (Cedasb), organização não governamental que integra a Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA).