29 out2026 · 19h49
Atendimento rápido é decisivo para reduzir sequelas do AVC
“Era uma dor de cabeça enorme, enorme, enorme.” A lembrança de Ruth da Silva Cavalcante, de 68 anos, é do Dia das Mães deste ano, quando os primeiros sinais de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) mudaram sua rotina. Depois do almoço, ela foi descansar no sofá, mas, ao tentar se levantar, sentiu forte dormência nas pernas, nos braços e em metade do rosto.
