Grande Sertão: Veredas — de Riobaldo a Hiroshima; Por Augustino Chaves
À memória de Gregório Bezerra. Mire veja: sete décadas de Grande Sertão: Veredas, 1956. Imaginar apagando esse livro de nossas letras? Nonada. Seria irreparável. O livro repousa no Pico da Neblina da nossa literatura. Uma pessoa, uma apenas, fala no livro: Riobaldo.








