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Dossiê · Pessoa · nº 29339

Ivone Lisboa da Silva

Também aparece como: Ivone Lisboa

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Primeira menção9 set 2020mais antiga registrada
Última menção23 set 202023 set 2020
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Cronologia

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23 set2020 · 06h55

A fábrica de gelo – capítulo VII

A Associação de Produtores de Gelo (APG) em Jatobá (PE) produz até 9.600 kg de gelo por dia para conservar tilápias de pisciculturas ligadas à Diocese de Jatobá. A fábrica, inaugurada em 2017, foi criada para evitar a venda casada imposta por fábricas baianas. Enquanto isso, a Associação Jovens Criadores de Tilápia encerrou atividades em 2019 devido a dívidas e má gestão.

16 set2020 · 08h00

As criadoras de peixes – capítulo IV

Reportagem sobre a Associação São Sebastião do Sítio Umburanas (Asssu), em Jatobá, Pernambuco, formada exclusivamente por mulheres piscicultoras. Elas relatam como a criação de tilápias trouxe independência financeira e emocional, superando preconceitos e melhorando suas condições de vida. O texto destaca depoimentos, conquistas e desafios enfrentados pelo grupo.

16 set2020 · 07h59

Ivone, a mãezona – capítulo V

Perfil de Ivone Lisboa da Silva, líder comunitária de Paulo Afonso (BA), que atuou em pastorais católicas e em célula do PCB nos anos 1970. Ela ajudou a criar associações de piscicultores com padre Antônio Miglio e enfrentou decepções políticas. O texto narra sua trajetória familiar e comunitária.

09 set2020 · 08h00

As tilápias de padre Antonio – capítulo I

Reportagem sobre o padre Pier Antonio Miglio, que há 40 anos atua no sertão pernambucano e baiano, criando associações de piscicultores em Jatobá, Pernambuco. A iniciativa transformou a economia local, tornando o município o maior produtor estadual de peixes, com 14 mil toneladas anuais, beneficiando cerca de 84 famílias. Apesar dos resultados, o padre enfrenta obstáculos como falta de apoio municipal e concorrência desleal.

Meus Sertões Cotidiano tom: positivo
09 set2020 · 07h57

Apostolado diferenciado – capítulo III

O padre italiano Antonio Miglio, que atua no sertão baiano desde 1979, conta sua trajetória em Paulo Afonso, onde ajudou a organizar artesãs conhecidas como 'viúvas brancas' e a criar projetos de renda. Ele também relembra a cultura local de portar armas e sua adaptação ao Brasil.