19 mar2026 · 11h50
Tenente-coronel acusado de matar esposa dizia ser ‘macho alfa’ e cobrava que ela fosse ‘fêmea beta obediente e submissa
O que era apresentado como um casamento sob a égide da “proteção” revelou-se, nos autos do processo, como um cárcere psicológico pautado por teorias de submissão. O tenente-coronel Geraldo Neto, de 45 anos, agora réu pelo assassinato da esposa, a soldado Gisele Alves, mantinha uma rotina de controle absoluto baseada na ideologia de “macho alfa”.
