01 nov2026 · 02h06
A cabeça de Óscar Puente
O artigo compara o acidente de trem em Urda com o de Angrois em 2013, criticando a tendência de culpar rapidamente um trabalhador antes da investigação. Destaca que no caso de Angrois, o maquinista foi o único condenado, apesar das responsabilidades apontadas a Adif, Renfe e ao Ministério de Fomento. O texto alerta para o risco de o tempo mediático-político se sobrepor ao das vítimas e ao da investigação, especialmente em período eleitoral.
