Site e aplicativo contra a Covid-19
O Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste lançou hoje o site www.comitecientifico-ne.com.br, que visa agregar dados e sugestões para o combate da pandemia na região.
O Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste lançou hoje o site www.comitecientifico-ne.com.br, que visa agregar dados e sugestões para o combate da pandemia na região.
O neurocientista Miguel Nicolelis, 59 anos, coordenador da Comissão Científica do Consórcio Nordeste e um dos cientistas mais importantes do mundo, alertou ontem para o risco de ampliação do focos de Covid-19 (coronavírus) a partir êxodo de pessoas das capitais para as cidades do interior, onde o número de casos da doença ainda é relativamente pequeno.
O comerciante e motorista Eugênio José de Souza, 80 anos, foi um dos personagens mais próximos da beata alagoana Maria das Dores dos Santos, também conhecida como Madrinha Dodô ou Mãe Dodô. Das Dores conviveu com Padre Cícero (1844-1934) e com o também beato Pedro Batista (1887-1967), de quem foi herdeira espiritual.
O fotógrafo piauiense Sérgio Carvalho, 50 anos, trabalha sem pressa: um projeto dele pode levar mais de 10 anos para ser finalizado. Outras características de suas obras são a pegada humanista, as marcantes referências autobiográficas e a genialidade para criar abordagens inéditas para temas muito explorados.
Deitado em uma rede, João Ribeiro estava praticamente se entregando ao destino final quando obedeceu e abriu a boca para que o curador Mariano Teixeira cuspisse dentro dela. Mariano era conhecido em toda região pelo antídoto natural que carregava no seu organismo.
Ofereço este bendito Ao senhor que está na cruz Que nos livre do inferno Para sempre amém Jesus “O sangue do meu Jesus”, extraído do livro Madrinha Dodô: 20 anos de Saudades – 101 Benditos de Romarias e Penitências, de Alcivandes Santos Santana e Antônio Ribeiro dos Anjos. **** A beata alagoana Maria das Dores dos Santos, aos 12 anos, acompanhou o Padre Cícero em suas missões.
Até as eleições municipais de 1968, em Rodelas, brancos, negros e índios Tuxás não dançavam sob o mesmo teto. Quem tinha pele alva frequentava o Salão dos Brancos, na rua da Frente; Tuxás e negros faziam suas festas no Salão dos Morenos, na avenida Manoel Moura.
A Missa do Vaqueiro é um evento que atrai a cada ano um número maior de participantes. A celebração começou a partir do assassinato do vaqueiro Raimundo Jacó Mendes, cuja coragem era exaltada no sertão. Ele foi executado traiçoeiramente na caatinga, na localidade de Sítio dos Lages, em Serrita, a 550 quilômetros de Recife, capital de Pernambuco.
O padre italiano Pier Antonio Miglio, 65 anos, da Diocese de Floresta, pesca desde quando era criança. Há 40 anos, ele trabalha em cidades atravessadas pelo rio São Francisco, na Bahia e em Pernambuco. Responsável por um projeto de criação de peixes atualmente, ele não deixa de sair de manhã para pescaria no lago formado pela barragem de Moxotó.
Pescadores do rio São Francisco, que agoniza lentamente, conseguem sobreviver de seu trabalho em raros redutos. Um deles é no lago da barragem da Usina Hidrelétrica de Itaparica (hoje chamada de Luiz Gonzaga), no rio São Francisco, entre os estados de Pernambuco e Bahia.
A quadrilha junina Forró do ABC, a mais antiga em atividade na capital baiana, se inspirou na obra de Graciliano Ramos para disputar os títulos dos campeonatos estadual, regional e nacional deste ano. O primeiro lugar no festival Galinho 2019, realizado pela TV Aratu, no início do mês, aumentou a confiança dos 150 integrantes no enredo “Ser Tão Bom”, livre adaptação do romance “Vidas Secas”.
Ela é a decana das escultoras de Tracunhaém (PE). Começou a colocar as mãos no barro pra fazer seus brinquedos aos 8 anos de idade. Atualmente, com 96, continua esculpindo, num ritmo bem próprio, mas tem a satisfação de ter transmitido o gosto pela arte ao filho e ao neto.
Evaristo Lapada e a botija de Manoel dos Santos Uma história para quem acredita e também para quem não acredita João Batista Cruz de S. Arfer Meses, anos se passaram para que parentes e vizinhos soubessem o porquê daquela mudança de domicílio às pressas, quase correndo.
O Vale do Catimbau, em Pernambuco, já é bem conhecido pelos seus filhos artistas.
O fotógrafo paraibano Severino Silva, 60 anos, desenvolve trabalho no semiárido, fazendo experiências com luzes e sombras. Em suas andanças, retrata a religiosidade e a cultura nordestina. Depois de passar por cidades de Sergipe, Bahia e Pernambuco, Severino foi a Juazeiro do Norte (CE), no início de maio, mês em que são realizadas procissões diárias.
Sábado, 27 de abril de 2019, rodoviária de Arcoverde, no sertão pernambucano. Às 19 horas, encosta o ônibus da Viação Progresso, número de série 6141, placa NYX-1179. O motorista desce agitado do veículo. Só há dois passageiros para o embarque.
A relação entre o padrinho Pedro Batista da Silva (1888 – 1967), beato e conselheiro estabelecido em Santa Brígida (BA), a Madrinha Dodô (1902 – 1998), seguidora e herdeira espiritual de Batista, e os indígenas Pankararu se consolidou graças a Maria Bárbara Binga (1917-1993), indígena batizada pelo padre Cícero, devota dos padrinhos e criadora do grupo de penitentes da aldeia de Brejo dos Padres.
A tese “Histórias e Leituras de Almanaques no Brasil”, da doutora em educação Margareth Brandini Park, nos brinda com um personagem fantástico.
Há três gerações os homens da família Oliveira trabalham como ferreiros. O primeiro foi o avô. Ele usava o ferro e o níquel como matéria-prima. O fole mantinha acessa a chama que servia para cortar e derreter o material que seria transformado em diferentes objetos.
Vem dos meus começos recifenses as lembranças dos primeiros relatos sobre pessoas que receberam e arrancaram botijas – nenhum deles em primeira pessoa. Sempre casos contados por alguém que “ouviu falar em…”, “soube que…”. Já não é a primeira vez em que falamos sobre o tema.