Bahia apreende mais de 5,6 mil armas de fogo em 2026
Neste domingo (18), um levantamento propagado pela Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) indica que as Forças de Segurança da Bahia apreenderam 5.606 armas de fogo no estado ao longo de 2026.
Neste domingo (18), um levantamento propagado pela Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) indica que as Forças de Segurança da Bahia apreenderam 5.606 armas de fogo no estado ao longo de 2026.
A Polícia Federal investiga o senador Flávio Bolsonaro por suspeita de lavagem de dinheiro em sua relação com o advogado Willer Tomaz. O inquérito, distribuído ao ministro Alexandre de Moraes no STF, surgiu de apurações sobre apostas no Rio Grande do Sul. O parlamentar também é alvo de outra investigação sobre o financiamento do filme Dark Horse.
O liquidante do Banco Master, Eduardo Felix Bianchini, informou ao deputado Lindbergh Farias que não localizou registros de patrocínio da instituição ao filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. A investigação envolve transferências milionárias via empresas intermediárias e fundos nos Estados Unidos, enquanto o banco invoca sigilo bancário sobre a empresa Entre Investimentos e Participações.
A menos de três meses para o final do ano, as Forças de Segurança Pública da Bahia alcançaram a marca de 5.606 armas apreendidas em 2026, superando o número contabilizado no mesmo período de 2025. Os dados foram divulgados neste domingo, 18, pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
O Ministério Público do Ceará está com inscrições abertas para a palestra “Crime Organizado e Processo Eleitoral: desafios das eleições 2026 e a atuação das forças de segurança”, que ocorrerá no dia 23 de outubro, a partir das 8h30, no auditório do 1º Núcleo Regional da Escola Superior do MP (ESMP), em Juazeiro do Norte.
A Polícia Federal investiga o senador Flávio Bolsonaro por suspeita de lavagem de dinheiro em esquema envolvendo o advogado Willer Tomaz. O inquérito tramita no STF sob relatoria de Alexandre de Moraes. Documentos indicam vínculos financeiros, incluindo cadastro como usuário master de conta bancária. Flávio e Tomaz negam irregularidades.
O Supremo Tribunal Federal abriu inquérito para investigar suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz, suas empresas e o senador Flávio Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes foi sorteado relator. A investigação, que começou na primeira instância no Rio Grande do Sul, apura crimes como lavagem de dinheiro e evasão de divisas, com uso de casas de apostas. A PF encontrou e-mails indicando Flávio como usuário master de conta da empresa Alcazar Holdings.
Edson Claro, ex-diretor comercial e colaborador da Polícia Federal, denunciou ter recebido novas ameaças após a soltura de Romeu Carvalho Antunes. O caso envolve um esquema de descontos ilegais em aposentadorias e possíveis ligações com Fábio Luís Lula da Silva. A lobista Roberta Luchsinger também indicou intenção de firmar delação premiada.
Durante debate na TV Bandeirantes no domingo (18), Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva trocaram acusações envolvendo a lobista Roberta Luchsinger. Flávio questionou a relação de Fábio Luís Lula da Silva com a lobista, enquanto Lula afirmou que o caso é de responsabilidade da Polícia Federal.
O senador Flávio Bolsonaro passou a ser investigado em um segundo inquérito no STF, por suspeita de lavagem de dinheiro em operações com o advogado Willer Tomaz. A Polícia Federal encaminhou o caso ao ministro Alexandre de Moraes. Investigações apontam movimentações financeiras e possíveis pagamentos de despesas pessoais do parlamentar. Flávio nega irregularidades e afirma ter apenas amizade com Tomaz.
O Ministério da Justiça solicitou ao Ministério Público Federal e à ANPD a apuração de possíveis irregularidades da Meta. O governo alega que falhas técnicas no Instagram e em ferramentas de IA prejudicaram a campanha de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva em comparação à de Flávio Bolsonaro.
A empresária Roberta Luchsinger afirmou em entrevista à CNN Brasil que pretende fazer uma delação premiada envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho, Fábio Luís Lula da Silva. Parlamentares da oposição solicitaram a proteção de Luchsinger e suas filhas a órgãos como a PGR e a PF. O presidente e seu filho negaram as acusações.
Uma empresa administrada por Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, aparece como investidora em um acordo de US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões) para financiar o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. A informação consta em carta-acordo entregue à Polícia Federal, que investiga a operação. A captação foi negociada por Flávio Bolsonaro com Vorcaro, e a PF apura se a Entre Investimentos substituiu a Storm na operacionalização dos repasses.
A Polícia Federal identificou uma divergência contábil severa no financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro. A investigação apura a diferença entre os 12 milhões de dólares enviados ao exterior e os 2,8 milhões que retornaram ao Brasil. O órgão solicitou ao STF a prorrogação do inquérito por 90 dias.
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro demonstrou interesse em comprar 20% do estádio do Palmeiras, avaliado em R$ 1,7 bilhão, conforme mensagens obtidas pela CNN Brasil e extraídas pela Polícia Federal. A negociação, tratada com o advogado Walfrido Warde em agosto de 2024, não teve confirmação de avanço. O Palmeiras afirmou desconhecer a negociação, que envolveria a WTorre, administradora do estádio.
A empresária Roberta Luchsinger criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista à CNN Brasil, questionando a atuação profissional de Fábio Luís Lula da Silva. Luchsinger, investigada pela Polícia Federal, rebateu ter sido chamada de "pilantra" por Lula. O presidente e a defesa de Fábio Luís negam irregularidades.
A contratação da Herc Locação de Mão de Obra e Prestação de Serviços pelo Banco do Nordeste (BNB), por R$ 636,2 milhões, para operacionalizar o Crediamigo em cinco estados, levanta questionamentos sobre a capacidade financeira da empresa para executar o contrato.
O governo federal anunciou o envio de mais cinco aeronaves para reforçar o combate aos incêndios florestais no Amazonas, elevando o total para 16. A operação inclui um segundo avião KC-390, militares das Forças Armadas e agentes da PF e PRF. Desde 9 de outubro, cerca de 600 mil litros de água foram lançados e 317 incêndios foram extintos. Uma comitiva ministerial deve chegar a Manaus neste domingo.
O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) reuniu-se com órgãos federais e estaduais para coordenar o combate a queimadas criminosas. O Ibama repassará autos de infração ao MPAM para subsidiar ações penais contra responsáveis por incêndios em Manaus e no interior do estado.
O governo federal anunciou o reforço de aeronaves, policiais e militares para combater incêndios no Amazonas. A operação inclui a ampliação da frota aérea, envio de bombeiros e a instalação de uma base da Força Nacional em Manaus. Ministros visitarão a região neste domingo para coordenar as ações.