Tranças afro fortalecem a autoestima e identidade da população negra no interior da Bahia
Aos 17 anos, Arlene Oliveira iniciava a sua história com as tranças, uma arte ancestral que permeia gerações de mulheres negras. Inicialmente, era apenas um passatempo. Ela trançava o próprio cabelo e o de suas amigas no tempo livre, até que surgiu a vontade de transformar a atividade de lazer em profissão.




