Por dentro da Fazenda Paratigi
Meus Sertões lhe leva a passear pelo interior e pelo entorno da Casa da Fazenda Paratigi do Barão, que apesar de ter sido tombada e haver uma recomendação para transformá-la em museu, está fechada.
Meus Sertões lhe leva a passear pelo interior e pelo entorno da Casa da Fazenda Paratigi do Barão, que apesar de ter sido tombada e haver uma recomendação para transformá-la em museu, está fechada.
Quando Florisvaldo Souza dos Santos, o Flori, se inscreveu na escola de artesanato da Companhia Baiana de Produção Mineral não sabia que ia criar uma dinastia de escultores de pedras que envolveria dois irmãos e cinco primos. Muito menos que seria referência para a produção de peças de 20 toneladas ou mais que se espalhariam pelo Brasil e pelo mundo.
A MEMÓRIA SOCIAL DO CANGAÇO NO POVOADO DO MARACUJÁ, SERROLÂNDIA (BA) – 1930 KARINA DE SOUSA SILVA A todos os idosos e idosas que compartilharam suas preciosas memórias para realização deste trabalho, em especial à Vovó Geraldina, que sempre me contou as histórias do cangaço RESUMO Este trabalho tem como tema geral a memória social do cangaço na década de 1930.
Os tabuleiros da feira que começa no dia seguinte estão montados na praça principal do distrito de Laje dos Negros, a 96 km de Campo Formoso (BA). Das lojas comerciais, só dois bares, vazios, mantêm as portas abertas. Movimento mesmo, sábado à tarde, só no último andar do prédio que abriga o Mercadinho Muniz e Souza.
A família do criador Josimar Alves da Silva, o Mazinho, 45 anos, tem duas fazendas. Uma na comunidade Riacho Fechado e outra no povoado de Xique-Xique, ambas em Macururé. Nas propriedades estão os rebanhos dele, dos irmãos e do pai, que dá a última palavra sobre o que fazer com os animais.