Câmara vota política de minerais críticos com maior controle federal
A presidência da Câmara dos Deputados colocou na pauta desta terça-feira (5) a votação do projeto de lei que cria uma política de minerais críticos para o Brasil.
A presidência da Câmara dos Deputados colocou na pauta desta terça-feira (5) a votação do projeto de lei que cria uma política de minerais críticos para o Brasil.
Apontadas como nova fronteira econômica em Goiás, as terras raras ainda têm impacto limitado na mineração do estado, mesmo diante de investimentos bilionários no setor.
A jazida ‘Pela Ema’, em Minaçu, consolidou-se como uma das poucas fontes de argila iônica fora da Ásia, garantindo a Goiás uma vantagem competitiva inédita no setor mineral.
A Serra Verde disse ao Mais Goiás que, ao contrário do que sugeriu o Ministério do Desenvolvimento (MDIC), a mineradora não exporta minério bruto a partir de sua operação em Minaçu.
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), defendeu neste domingo (26) a exploração de terras raras no Brasil com participação de países e empresas estrangeiras. Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que o país precisa aproveitar melhor seus recursos naturais e buscar transferência de tecnologia para fortalecer a indústria nacional.
Com reservas minerais que representam 25% da disponibilidade mundial e a presença da única produtora em grande escala de terras raras pesadas críticas fora da Ásia, o Governo de Goiás atua para o processamento da matéria prima no estado, visando alavancar a economia goiana com arrecadação, lucratividade, benefícios econômicos e geração de emprego e renda.
A venda da mineradora Serra Verde, em Minaçu (GO), para a norte-americana USA Rare Earth colocou Goiás no centro do debate sobre minerais críticos e soberania nacional. A operação, bilionária, reacendeu discussões sobre o controle e a industrialização desses recursos estratégicos.
O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), respondeu, na última quinta-feira (23), às críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a respeito do acordo com os Estados Unidos (EUA) para exploração das terras raras em Minaçu, no norte goiano. Caiado defendeu o acordo firmado com o governo americano e com o Japão.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, afirmou nesta sexta-feira (24) durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, que o memorando de entendimento firmado entre o Governo de Goiás e os Estados Unidos para cooperação na área de terras raras não deve avançar para projetos econômicos concretos.
Parlamentares do PSOL encaminharam à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma representação contra o ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), solicitando a anulação da venda da mineradora Serra Verde para a empresa americana USA Rare Earth.
Bruno Goulart O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), cumpre, nesta quinta-feira (23), uma agenda predominantemente interna, com reuniões importantes pela manhã e o lançamento de mais uma frente de investimentos em infraestrutura no período da tarde.
O governador Daniel Vilela afirmou nesta quarta-feira (22) que o Estado vai endurecer as exigências para a exploração de terras raras no Norte de Goiás, com foco na industrialização local e na geração de valor dentro do próprio território. Durante coletiva de imprensa, o tema veio à tona após questionamentos sobre a venda de ativos da mineradora Serra Verde para um grupo estrangeiro.
Após a venda da mineradora Serra Verde, em Minaçu, para um grupo norte-americano, governador Daniel Vilela (MDB) afirmou que Goiás já assume protagonismo na exploração de terras raras e que o governo vai atuar para consolidar o processamento do minério no estado.
A mineradora goiana Serra Verde passou a contar com garantia de preços mínimos para disprósio e térbio após aquisição pela empresa americana USA Rare Earth, medida que ampliou previsibilidade de receitas e reduziu riscos ao longo do ciclo produtivo.
A empresa brasileira Serra Verde, que atua com mineração de terras raras, foi adquirida pela USA Rare Earth (USAR), mineradora norte-americana, em negociação equivalente a cerca de US$ 2,8 bilhões. A compra foi anunciada nesta segunda-feira (20) pelas companhias. A Serra Verde opera a mina de Pela Ema, em Minaçu, a única mina de argilas iônicas ativa do Brasil, em produção desde 2024.
A empresa americana USA Rare Earth anunciou nesta segunda-feira (20) a compra da mineradora brasileira Serra Verde por US$ 2,8 bilhões. A companhia atua em Minaçu, no norte de Goiás, onde mantém projeto voltado à exploração de terras raras.
A USA Rare Earth anunciou nesta segunda-feira (20/04) a aquisição de 100% do Serra Verde Group, responsável pela exploração de terras raras em Goiás, por cerca de US$ 2,8 bilhões (aproximadamente R$ 14 bilhões). A operação inclui a mina Pela Ema, em Minaçu.
A americana USA Rare Earth (USAR), listada na Nasdaq, anunciou nesta segunda-feira (20) a assinatura de um acordo para adquirir 100% do Serra Verde Group, responsável pela única mina em operação no Brasil que produz e processa terras raras em escala comercial. A operação foi estimada em cerca de US$ 2,8 bilhões (aproximadamente R$ 14 bilhões).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pelos acordos e promessas de exploração de terras raras junto aos Estados Unidos (EUA).
O governo dos Estados Unidos (EUA) avançou no setor de mineração brasileiro ao garantir acesso e influência sobre o destino da produção de terras raras da mineradora Serra Verde, localizada em Minaçu, no norte de Goiás.