Lula critica denúncias de orgias e dinheiro envolvendo ministros do STF: “Não é possível”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, nesta quinta-feira, 15, as denúncias que envolvem integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, nesta quinta-feira, 15, as denúncias que envolvem integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em entrevista à TV Globo, o presidente Lula defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos em crimes hediondos, a criação de um Ministério da Segurança Pública e a investigação de denúncias envolvendo ministros do STF. Ele também comentou as negociações com os EUA, o reajuste do Bolsa Família e reconheceu dificuldades na comunicação de seu governo.
A entrevista de Luiz Inácio Lula da Silva à TV Globo, na noite desta quinta-feira, teve momentos de forte repercussão e colocou temas delicados no centro do debate eleitoral. Na minha avaliação, como profissional da comunicação, Renata Lo Prete conduziu a conversa com serenidade, firmeza e respeito, sem transformar o confronto de ideias em disputa pessoal.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na noite desta quinta-feira (15), que é favorável à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes graves. A declaração aproxima Lula da proposta apresentada pelo senador Camilo Santana durante a discussão da PEC da Segurança Pública.
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, voltou a defender nesta quinta-feira (15) a proposta de estabelecer pena mínima de oito anos de prisão para quem roubar ou revender celulares de origem irregular.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmou, nesta quinta-feira (15), que apoia “o direito do povo brasileiro a um processo eleitoral livre e justo”. A declaração foi enviada em resposta a uma carta da congressista Delia Ramirez e outros parlamentares ao secretário de Estado, Marco Rubio, que questionaram a posição americana sobre as eleições presidenciais brasileiras e o reconhecimento do resultado das urnas.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o general Augusto Heleno, ex-ministro do governo Jair Bolsonaro, a se deslocar até o Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, para uma consulta médica. Segundo informações da colunista Manoela Alcântara, do Metrópoles, o atendimento com um neurocirurgião está marcado para o dia 22 de outubro, às 10h.
A Polícia Federal prendeu Márcio Correia de Oliveira, o Márcio Canellas, em operação nesta quinta-feira (15), acusado de ser o 'patrono político' de uma organização criminosa que movimentou R$ 7,6 bilhões com postos de combustíveis no Rio. A investigação aponta ligações com milícias e tráfico, incluindo um suposto acordo com o Comando Vermelho. Na casa de Canella foram apreendidas armas e itens de luxo. A defesa afirma que ele confia na Justiça.
A Justiça Eleitoral do Amazonas impôs medidas cautelares contra o vereador e deputado federal eleito Alexandre da Silva Salazar (PL) e Kidson Maia de Souza, suplente de deputado estadual, após gesto interpretado como ameaça à deputada Alessandra Campêlo durante debate em Manaus. As medidas incluem distância mínima de 200 metros, proibição de contato, suspensão da posse e restrições ao porte de armas. A juíza Bárbara Folhadela Paulain também solicitou gravações do debate e consultas a órgãos de segurança.
O deputado federal Danilo Forte (PP-CE) articula com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o Colégio de Líderes para acelerar a tramitação da PEC da Reforma do Judiciário. A meta do parlamentar é viabilizar a análise da proposta e buscar a votação ainda em 2026.
A PF (Polícia Federal) investiga o vazamento de informações sigilosas da Operação Unha e Carne, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro em postos de combustíveis no Rio de Janeiro. O escrivão da instituição, Fábio Henrique Ferreira dos Santos, é suspeito de ter alertado os alvos na véspera da ação.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na manhã de quinta-feira (15), após votar a favor da PEC que propõe o fim da escala 6×1 no Senado. Segundo O Globo, eles discutiram a aprovação da proposta e a reta final da campanha presidencial contra Lula, com votação marcada para 25 de outubro. Flávio também buscou conselhos do pai sobre a condução da campanha.
O ex-prefeito de Belford Roxo e deputado estadual eleito, Márcio Canella (União Brasil), aliado político do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, 15.
A Força Aérea Brasileira (FAB) impôs sigilo de até 100 anos sobre a lista de passageiros do avião de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro e dono do Banco Master. A medida foi tomada em resposta a um pedido da Lei de Acesso à Informação, citando proteção à intimidade. O uso da aeronave é alvo de polêmicas, envolvendo autoridades como Alexandre de Moraes e Flávio Bolsonaro.
O deputado estadual eleito Márcio Canella (União Brasil) e o delegado Marcus Amim foram presos em operação da Polícia Federal contra lavagem de dinheiro envolvendo postos de combustíveis no Rio. A organização movimentou mais de R$ 7,6 bilhões. Seis pessoas foram detidas e 112 empresas tiveram atividades suspensas.
A Polícia Federal prendeu, nesta quinta-feira (15), Márcio Canella (União Brasil), deputado estadual e ex-prefeito de Belford Roxo, e Marcus Amim, delegado que já esteve à frente da Secretaria de Polícia Civil do Rio de Janeiro.
Flávio Bolsonaro (PL) pediu que artistas de direita declarem publicamente apoio à sua candidatura à presidência.
O senador e candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, visitou nesta quinta-feira, 15, o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. Esta foi a segunda visita de Flávio ao pai nesta semana.
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (14) que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) envie à Corte informações sobre falhas das operadoras no acesso gratuito aos sites da Justiça Eleitoral durante o primeiro turno das eleições.
Em Washington, ex-deputado condiciona volta ao Brasil à extinção da pena e diz que não vai cumprir a condenação O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou, na noite desta quarta-feira, 14, em Washington, que o ministro Alexandre de Moraes não poderá continuar no Supremo Tribunal Federal (STF) se o irmão dele, Flávio Bolsonaro, for eleito presidente da República.