A “caçuada”
SOTAQUE DE UM POVO NAS BARRANCAS DO VELHO CHICO Entre um favor aqui, um favor acolá, João Durim continuava prestando ajuda para quem lhe pedisse, sem cobrar nenhum tostão. Certa feita, chegou à sua porta numa sexta-feira, por volta das sete horas, uma senhora batendo palmas e gritando: “Ô, de casa.
Pontos-chave
- Pra lhe dizer a verdade, tenho não” – respondeu a senhora depois de um longo silêncio. “Não tem problema, minha senhora!
- Essa resposta foi o mesmo que dá uma punhalada em Seu João, que perdendo a paciência, retrucou: “Você!
- Caminha, puxa de minha casa pra fora.” E nesse momento Dona Angélica, esposa de João Durim interferiu: “Moço, avé-Maria!
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2018/06/01/a-cacuada/Publicado originalmente em 1 de junho de 2018
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 16h23
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