A Crônica do Edmilson Maia Jr.: “Genoíno”

Por Edmilson Maia Jr., professor universitário, historiador e escritor: O docente, funcionário público, leu o aviso no muro e jurou que seria a última vez que andava com o “Seu Genoíno” saindo da capital às 03:30 da manhã rumo ao interior. — É osso, “professor Girafales”!
Pontos-chave
- Morava próximo da interestadual, contudo o motorista gente boa o buscava logo, como copiloto para apoio moral.
- Apanhavam passageiros em áreas remotas, cantos às escuras, as lâmpadas estilhaçadas, pegariam a rodovia adiante, após atalhos suspeitos.
- Rodavam entre quarteirões iguais e nada do passageiro seguinte até o novo áudio: — O senhor está perto? — Rapaz, passei várias vezes onde sempre ficava.
Fonte originalInvestnehttps://portalinvestne.com.br/172417-2/Publicado originalmente em 11 de outubro de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 09h23
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