A guerra que ninguém vê

A história é um campo de poder e disputas por legitimidade. Historiadores clássicos, como Le Goff e Ginzburg nos disseram isso. Sociólogos como Bourdieu, idem. Contemporaneamente, intelectuais do pensamento decolonial, como Quijano e Lugones, ressaltam essa lição a partir de uma epistemologia centrada nos saberes da América do Sul.
Pontos-chave
- Contemporaneamente, intelectuais do pensamento decolonial, como Quijano e Lugones, ressaltam essa lição a partir de uma epistemologia centrada nos saberes da América do Sul.
- A questão em jogo parece ser: Onde estão as memórias silenciadas pelo que se convencionou chamar de história oficial?
- Como fazer emergir, na prática, a voz de quem foi posto à margem de supostos grandes atos de bravura, quase sempre protagonizados por homens brancos?
Fonte originalPortal Bem Ditohttps://bemditojor.com/a-guerra-que-ninguem-ve/Publicado originalmente em 19 de março de 2022
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Quem e o quê aparece nesta notícia
PaísEstados Unidos da América
CidadeVitória
PaísBrasil
PessoaEstados Unidos do Brazil
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PessoaAmérica Latina
AssuntoAnos Iniciais do Ensino Fundamental
PaísRússia
PessoaTécnica de Enfermagem
PaísUcrânia
PessoaAmérica do Sul
PessoaNa Europa
PessoaNobel de Literatura
EmpresaCompanhia das Letras
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 23h56
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