A outra filha

Se José Saramago estava certo ao dizer que a melhor literatura é aquela que desassossega, Annie Ernaux pode ser considerada a camisa 10 (é tempo de copa, vale a referência) desse movimento. Ninguém passa incólume pelos livros da escritora francesa.
Pontos-chave
- Certo é que o leitor sairá de qualquer deles desconjuntado, na melhor acepção do termo.
- Nas breves sessenta páginas de A Outra Filha, Ernaux escreve uma espécie de carta a uma irmã que faleceu antes da autora nascer.
- Foi nesse dia que escutou uma frase que a acompanharia para sempre: “ela era mais boazinha do que aquela ali”.
Fonte originaljornaldaorla.com.brhttps://jornaldaorla.com.br/noticias/a-outra-filha/Publicado originalmente em 27 de junho de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 13h14
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