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A presença negra nos espaços sociais ainda revela profundas desigualdades

Agência Eco Nordeste tom positivo
A presença negra nos espaços sociais ainda revela profundas desigualdades
Imagem: Agência Eco Nordeste (reprodução)

Por Adriana Pimentel Colaboradora Fotos do ensaio “Mulheres Negras Vivendo em um Mundo Paralelo”, da jornalista dominicana Katherine Reyes Paredes, cedido especialmente à Eco Nordeste Se realmente o Brasil não fosse racista, como alguns insistem em acreditar, negras e negros ocupariam mais espaços sociais de destaque: nas universidades públicas, como alunos, professores, ou autores estudados; nos cargos executivos de poder em multinacionais; na imprensa, como apresentadores, formadores de opinião; na política com mandatos de grande relevância.

Pontos-chave

  • As desvantagens e dificuldades no acesso a direitos básicos garantidos pela Constituição seguem sendo negados e representam reflexos ainda do período da escravidão.
  • No Ceará, o Movimento Negro Unificado (MNU) atua há 42 anos na resistência e e defesa de políticas públicas para o Povo Negro.
  • Algo que podemos aprender ao ler Milton Santos.
Fonte originalAgência Eco Nordestehttps://agenciaeconordeste.com.br/sustentabilidade/a-presenca-negra-nos-espacos-sociais-ai…Publicado originalmente em 20 de novembro de 2020
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