Angelo Coronel diz que saída do PSD foi “sangrenta” e revela negociações com ACM Neto iniciadas há um ano
O senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou em entrevista à rádio Salvador FM que sua saída do PSD foi traumática, sem diálogo, e que negociava com o grupo de ACM Neto há cerca de um ano. Ele criticou o partido por não indicar representante na chapa majoritária e disse que foi surpreendido pela forma como o desligamento ocorreu.
Pontos-chave
- Coronel critica PSD por falta de diálogo na saída
- Negociação com ACM Neto durava um ano
- Desligamento ocorreu enquanto ele viajava
Contexto
Angelo Coronel deixou o PSD e se aproximou do grupo de ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia.
Dados da matéria
Quem disse
“Eu imaginava que o partido continuaria bancando a candidatura de um membro do PSD para compor a chapa majoritária. O PSD não indicou ninguém, nem Angelo Coronel, nem qualquer outro membro do partido.”
— Angelo Coronel, senador e pré-candidato à reeleição
“Essa chegada ao grupo de Neto não foi surpresa. Era uma negociação que já vinha acontecendo há cerca de um ano. O próprio PT sabia disso e chegou a me criticar porque eu não participava de alguns atos da campanha de Jerônimo.”
— Angelo Coronel, senador e pré-candidato à reeleição
“Não imaginava que a saída seria daquela maneira. Foi uma saída nevrálgica, sem conversar, sem pacificar. Uma saída muito sangrenta, no jargão político. Eu estava viajando quando ouvi pela rádio a minha defenestração do PSD.”
— Angelo Coronel, senador e pré-candidato à reeleição