Atolado até o pescoço: Empresa ligada a investigado no escândalo do INSS bancou viagens de Flávio Bolsonaro em jatos de luxo na Europa

Documentos da Polícia Federal indicam que a Cathedral Holdings S.A., ligada ao empresário Willer Tomaz, pagou viagens de jato executivo para o senador Flávio Bolsonaro e familiares na Europa em 2025. A empresa controla a Rede Loto, que possui contratos com a Loterj. A investigação original apura fraudes contra aposentados do INSS.
Pontos-chave
- Empresa de apostas vinculada a Willer Tomaz custeou voos de luxo para Flávio Bolsonaro.
- Investigação da Polícia Federal apura fraudes contra pensionistas do INSS.
- Rede Loto obteve rápida autorização da Loterj para operar no Rio de Janeiro.
Contexto
A Polícia Federal investiga movimentações financeiras suspeitas ligadas a fraudes contra beneficiários da Previdência Social.
Dados da matéria
Quem disse
“Os deslocamentos foram passeios de lazer entre amigos e suas famílias, custeados por Willer e sem contrapartida de qualquer natureza”
— defesa da empresa
“Associar essa afinidade pessoal a suposições de irregularidades é mera ilação, sem qualquer fundamento nos fatos”
— Flávio Bolsonaro
“Do ponto de vista da regulamentação, é o que é exigido legalmente. E nenhum dos integrantes apresentou qualquer impedimento”
— Loterj