Código Florestal pode gerar até 1,9 milhão de empregos na Amazônia, aponta estudo

Um estudo da CNI e do Ipam indica que a recuperação de áreas degradadas via Código Florestal pode criar até 1,9 milhão de empregos na Amazônia. A pesquisa destaca o potencial da bioeconomia e do mercado de Cotas de Reserva Ambiental, mas alerta que a lentidão na regularização fundiária e do CAR prejudica investimentos.
Pontos-chave
- Recuperação de passivos ambientais pode gerar milhões de empregos na Amazônia e Cerrado.
- Mercado de Cotas de Reserva Ambiental pode movimentar R$ 20,6 bilhões anuais.
- Lentidão na validação do CAR e insegurança jurídica dificultam a atração de investimentos.
Contexto
O estudo analisa a viabilidade econômica da implementação do Código Florestal brasileiro (Lei 12.651/2012) em biomas degradados.
Dados da matéria
Quem disse
“Para a indústria, trata-se de uma oportunidade concreta para reduzir custos de compliance, atrair investimentos ESG e monetizar a conservação”
— Davi Bomtempo, superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI
“Os resultados evidenciam a necessidade de avançar na regularização ambiental e fundiária, o que é fundamental para reduzir riscos e ampliar a segurança jurídica.”
— Davi Bomtempo, superintendente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI