Especialista prega reforço no uso de protetor solar no verão amazônico
Com a chegada do verão amazônico e o aumento da exposição solar, a biomédica Hellen Bitencourt alerta para os riscos de câncer de pele e orienta sobre o uso correto do protetor solar. Pesquisa do Inca estima 220 mil novos casos por ano no Brasil entre 2023 e 2025. A especialista também alerta para os riscos de ficar com roupa de banho molhada.
Pontos-chave
- Inca estima 220 mil casos anuais de câncer de pele.
- Verão amazônico aumenta riscos de lesões na pele.
- Especialista orienta reaplicar protetor a cada duas horas.
Contexto
O verão amazônico é período de estiagem na região Norte, com sol intenso e mais atividades ao ar livre.
Dados da matéria
Quem disse
“A exposição solar excessiva e sem proteção provoca alterações celulares, que vão desde queimaduras até câncer de pele.”
— Hellen Bitencourt, biomédica e especialista em saúde estética
“Ele deve ser aplicado a cada duas horas e esse intervalo pode ser ainda menor caso a pessoa esteja em contato com a água.”
— Hellen Bitencourt
“É importante evitar ficar por longos períodos com roupa de banho molhada, isso porque a umidade que fica em contato com a região genital acaba tornando a área favorável para o desenvolvimento de doenças fúngicas, como a candidíase.”
— Hellen Bitencourt