Especialistas desmentem oito mitos sobre o Alzheimer
Médicos e especialistas alertam que crenças equivocadas sobre a doença de Alzheimer, como a inexistência de tratamento ou a normalização da perda de memória no envelhecimento, atrasam diagnósticos e aumentam o estigma. O grupo defende a importância de intervenções precoces e cuidados multidisciplinares para melhorar a qualidade de vida de pacientes e cuidadores.
Pontos-chave
- Mitos sobre o Alzheimer atrasam diagnósticos e geram sofrimento a pacientes e cuidadores.
- Medicamentos e terapias não farmacológicas podem estabilizar sintomas e retardar a progressão da doença.
- A perda de memória progressiva não é parte normal do envelhecimento e requer investigação médica.
Contexto
Discussão médica sobre a desmistificação de crenças comuns a respeito da doença de Alzheimer.
Dados da matéria
Quem disse
“Acreditar que não há nada a ser feito desmotiva pacientes e familiares, levando à falta de acompanhamento médico e à perda de oportunidades para manter a autonomia e a qualidade de vida por mais tempo”
— Claudia Suemoto, geriatra e professora da USP
“Elas atuam na modulação da neurotransmissão, permitindo que o paciente possa ter melhora dos sintomas”
— Ricardo Afonso Teixeira, neurologista
“O custo é muito elevado, não só financeiro, mas principalmente de vida entregue e sofrimento”
— Leandro Minozzo, geriatra