Espelho, espelho meu: livro mostra a fascinante relação da humanidade com o rosto

Uma contradição anatômica ajuda a explicar o fascínio que a humanidade cultivou ao longo da história pelo rosto: a parte do corpo mais associada à identidade de uma pessoa é justamente a que ela não consegue enxergar.
Pontos-chave
- Intui-se que a variedade de expressões que comunicam sem a necessidade de palavras seja mera característica inata.
- Um mergulho na evolução mostra que o semblante de nossos ancestrais se moldou ao longo de milênios para atender à imperiosa necessidade de interação social.
- Há 40 000 anos, o Homo sapiens se sobrepôs às outras espécies de hominídeos graças, em parte, à vantajosa linguagem não verbal.
Fonte originalVEJAhttps://veja.abril.com.br/comportamento/espelho-espelho-meu-livro-mostra-a-fascinante-rela…Publicado originalmente em 19 de setembro de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 08h28
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