EXCLUSIVO: Exames iniciais não comprovam existência de aborto de GCM

De acordo com informações obtidas com exclusividade pelo Folha Z, exames iniciais realizados em uma guarda municipal que teria sido forçada a abortar em Aparecida de Goiânia não comprovaram a ocorrência de abortamento. Mas novos testes ainda devem ser realizados a pedido da Polícia Civil.
Pontos-chave
- Foi após denúncias que a PC abriu um inquérito no dia 1º de março.
- Investigação A investigação apura se a guarda municipal foi coagida a abortar uma criança fruto de um relacionamento com um funcionário comissionado da prefeitura.
- O homem, com a ajuda de uma terceira pessoa, é suspeito de ministrar medicamentos abortivos à mulher para evitar que o envolvimento entre eles viesse à tona.
Fonte originalFolha Zhttps://folhaz.com.br/politica/aparecida/aborto-de-gcm/Publicado originalmente em 13 de março de 2019
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Quem e o quê aparece nesta notícia
CidadeAparecida de Goiânia/GO
ÓrgãoGuarda Civil Municipal de Aparecida de Goiânia
ÓrgãoGuarda Civil Municipal de Carinhanha
PaísBrasil
EstadoGoiás
CidadeGoiânia/GO
PaísEstado de Goiás
ÓrgãoPolícia Civil do Estado de Goiás
Pessoade Estado da Saúde de Goiás
ÓrgãoDelegacia Regional
PessoaMaternidade Marlene Teixeira
PessoaMarlene Teixeira
PessoaCybelle Tristão
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 15h07
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