Falta dinheiro para levar de volta as esculturas dos EUA que foram à Bienal de Veneza
A organização sem fins lucrativos American Arts Conservancy, liderada por Jenni Parido, comissária do Pavilhão dos EUA na Bienal de Veneza, arrecadou apenas US$ 1,4 milhão, insuficiente para desmontar e transportar as obras de volta aos Estados Unidos. O Departamento de Estado financiou uma parcela mínima dos custos. Parido, indicada por uma amiga de Trump, sem experiência artística, pede doações urgentes para evitar que as esculturas fiquem retidas na Itália.
Pontos-chave
- Falta verba para repatriar esculturas do pavilhão dos EUA.
- Organização arrecadou US$ 1,4 milhão, abaixo do necessário.
- Comissária sem experiência artística foi indicada por amiga de Trump.
Contexto
A Bienal de Veneza é um dos eventos de arte mais importantes do mundo, e a participação dos EUA segue um modelo tradicional de curadoria.
Dados da matéria
Quem disse
“Estamos diante de uma necessidade urgente de financiamento para a desmontagem final e o retorno seguro das obras de arte aos Estados Unidos.”
— Jenni Parido, comissária do Pavilhão dos EUA
“Recebi apenas o reembolso das despesas de viagem e da minha estadia no Airbnb, que foi barata.”
— Alma Allen, escultor