Fim da escala 6×1: veja se mudança pode afetar o comércio na Bahia; Fecomércio-BA avalia os efeitos da medida
O Senado Federal aprovou o fim da escala 6×1, promulgado na sexta-feira, 16. Na Bahia, entidades como Fecomércio-BA, CDL de Salvador e ACB avaliam os impactos para o comércio, citando riscos de custos, inflação e empregos. O Sindilojas-BA alerta para prejuízos no varejo físico.
Pontos-chave
- Senado aprovou fim da escala 6×1 em 14/10.
- Fecomércio-BA e CDL criticam falta de estudos.
- Sindilojas-BA teme prejuízos no varejo físico.
Contexto
A proposta foi promulgada em 16/10 e agora depende de regulamentação.
Dados da matéria
Quem disse
“A entidade reconhece a legitimidade do debate sobre a melhoria das condições de trabalho e da qualidade de vida dos trabalhadores, mas reafirma que mudanças estruturais dessa magnitude exigem aprofundamento técnico, diálogo e avaliação criteriosa de seus impactos sobre o emprego, a competitividade e a sustentabilidade das empresas.”
— Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
“A medida, votada em pleno período eleitoral, com tramitação acelerada, não realizou os devidos estudos de impacto econômico e técnico, trazendo sérios riscos ao ecossistema do comércio e serviços.”
— Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Salvador
“Na Bahia, muitas micro e pequenas empresas operam com margens apertadas e têm pouca capacidade para absorver aumentos de custos de forma imediata.”
— Isabela Suarez, presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB)