Fim da franquia Bolsonaro não é fim do bolsonarismo ou da direita

O texto analisa o declínio político da família Bolsonaro após a saída de Flávio Bolsonaro do país e a inelegibilidade de Jair Bolsonaro. O autor argumenta que, embora a liderança familiar esteja enfraquecida, o eleitorado de direita permanece ativo e disponível para novos líderes viáveis contra o petismo.
Pontos-chave
- A família Bolsonaro enfrenta declínio político com a saída de Flávio e inelegibilidade de Jair.
- O PL, sob Valdemar Costa Neto, busca novas apostas eleitorais independentes da família.
- O eleitorado de direita continua existindo, mas agora busca novos representantes viáveis.
Contexto
Cenário político pós-eleitoral de 2026 com a fragmentação da liderança da família Bolsonaro e a ascensão do PL.
Dados da matéria
OndeBrasil/DF
Quando31 out 2026
votos recebidos por Flávio Bolsonaro60 milhões
percentual atual de bolsonaristas no eleitorado15%
quantidade de eleitores bolsonaristas24 milhões
fundos públicos que o PL amealhará no anoR$ 1 bilhão
Quem disse
“Ninguém aprova isso. Ninguém quer ter problema”
— Valdemar Costa Neto
Fonte originalOGlobohttps://oglobo.globo.com/opiniao/thais-oyama/coluna/2026/10/fim-da-franquia-bolsonaro-nao-…Publicado originalmente em 31 de outubro de 2026
Ler na fonte
Quem e o quê aparece nesta notícia
PessoaJair Bolsonaro ★
PessoaValdemar Costa Neto
PessoaLuiz Inácio Lula da Silva
PessoaTarcísio de Freitas
ÓrgãoRepublicanos
ProdutoDark Horse
ProdutoMega-Sena
1 favorecida2 prejudicadas4 neutras
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Resumo gerado com apoio de IA · google/gemma-4-31B-it-turbo · coletado em 31 out 2026 · 00h15
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