Goiânia amanhece com greve na saúde por cortes salariais e falta de estrutura

Profissionais da rede municipal de saúde de Goiânia iniciaram greve por tempo indeterminado em 13 de janeiro, com manifestação no Ciams Jardim América. O movimento, liderado por sindicatos como Simego e Sindsaúde-GO, protesta contra cortes salariais, falta de insumos e condições de trabalho. A prefeitura defende o credenciamento como medida técnica e destaca investimentos. Serviços de urgência são mantidos, mas consultas eletivas foram suspensas.
Pontos-chave
- Greve por tempo indeterminado na saúde municipal de Goiânia.
- Cortes salariais e falta de estrutura motivam paralisação.
- Urgências mantidas; consultas eletivas suspensas.
Contexto
Greve ocorre após edital que reduz honorários médicos em até 35%.
Dados da matéria
Quem disse
“Serão feitas triagens para classificação dos atendimentos e, usando o bom senso, casos como renovação de receitas controladas serão atendidos para evitar que o quadro do paciente se agrave.”
— Sheila Ferro, diretora do Simego
“Finalizamos agora o início do movimento grevista de todos os trabalhadores e trabalhadoras credenciados do município de Goiânia. Importante lembrar que houve a participação de todas as categorias e a luta está só começando.”
— Néia Vieira, presidente do Sindsaúde-GO