Indígenas aprendem e levam seus saberes à universidade pública

Kerexu Mirin da Silva tem 30 anos e vive na aldeia Krukutu, no território indígena Tenondé Porã, no extremo sul da capital paulista, a 15km do bairro Parelheiros. Já a cacique krenak Lidiane Damaceno Cotui Ignesta, 44 anos, vem da aldeia Índia Vanuire “Kraí kren Ton”, no município de Arco-Íris, região de Marília.
Pontos-chave
- Celso Aquiles (Vera Xunu), 59, é da aldeia Amba Porã, do povo guarani mbya, situada em Miracatu, no Vale do Ribeira.
- Também do Vale, mas na aldeia Ma’endu’a Porã, em Cananéia, mora Severino Cabra Ramires (Kuaray nhe’ẽry), 29 anos, outro guarani mbya.
- Atuam não apenas para preservar suas culturas e saberes, mas também em busca de respeito e do direito aos seus territórios.
Fonte originaljornaldaorla.com.brhttps://jornaldaorla.com.br/noticias/indigenas-aprendem-e-levam-seus-saberes-a-universidad…Publicado originalmente em 5 de setembro de 2026
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Quem e o quê aparece nesta notícia
EstadoGoiás
Pessoada Educação
CidadeGoiânia
EstadoSão Paulo
CidadeSão Paulo/SP
CidadeSantos
PessoaHotéis da Baixada Santista
Pessoada Cultura
ÓrgãoMinistério da Educação da Coreia do Sul
PaísÍndia
PessoaLíngua Portuguesa
EmpresaVale do Ribeira
PessoaPeríodo Integral
PessoaEducação de Jovens
PessoaAno Novo
PessoaVera Xunu
PessoaLidiane Damaceno Cotui Ignesta
PessoaAmba Porã
PessoaÍndia Vanuire
PessoaSeverino Cabra Ramires
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 04h46
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