Instituições do Acre articulam atuação para coibir assédio eleitoral

Órgãos do Ministério Público, a OAB e a Superintendência do Trabalho no Acre realizaram uma reunião em 29 de outubro de 2026 para combater o assédio eleitoral. A iniciativa visa coibir demissões discriminatórias e listas de boicote a empresas motivadas por convicções políticas no período pós-eleitoral.
Pontos-chave
- Instituições do Acre combatem demissões e boicotes por motivação política pós-eleições.
- MPAC publicou a Recomendação nº 02/2026 para orientar membros contra a discriminação.
- Canais de denúncia do MPAC, MPT e Ministério do Trabalho estão disponíveis à população.
Contexto
Ações coordenadas ocorrem após as Eleições Gerais de 2026 para evitar perseguições políticas no ambiente de trabalho e comercial.
Dados da matéria
Quem disse
“O Ministério Público é guardião da democracia e da paz social. Nós não podemos ficar calados e omissos diante dessa situação.”
— Patrícia de Amorim Rêgo, corregedora-geral do MPAC
“A eleição acabou; a proteção do trabalhador não. Ninguém pode perder o emprego, deixar de ser contratado ou ser perseguido pelo voto que deu”
— Marielle Rissane Guerra, procuradora do Trabalho
“Essa coisa de fazer lista de empresas, lista de pessoas, tentar asfixiá-las economicamente, é uma prática típica de períodos autoritários.”
— Leonardo Lani de Abreu, superintendente regional do Trabalho no Acre