Mário Quintana, poeta brasileiro: “O tempo é a única coisa que não se pode recuperar, e por isso mesmo é a mais democrática de todas”
Em um mundo obcecado por acumular patrimônio, bens materiais e títulos, existe apenas uma moeda que o dinheiro mais abundante do planeta é incapaz de recomprar: o segundo que acabou de passar. Podemos recuperar perdas financeiras, reconstruir reputações abaladas e recomeçar carreiras do zero, mas os dias transcorridos permanecem para sempre gravados na eternidade.
Pontos-chave
- A reflexão do poeta gaúcho desmonta as hierarquias sociais artificiais para nos colocar diante da justiça implacável do relógio.
- O que essa afirmação nos ensina sobre presença, gestão da própria vida e valorização do essencial?
- Quintana destaca o caráter perfeitamente igualitário do tempo.
Fonte originalDiário do Litoralhttps://www.diariodolitoral.com.br/variedades/mario-quintana-poeta-brasileiro-o-tempo-e-a-…Publicado originalmente em 31 de agosto de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 07h36
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