Mestre Beto une tradição familiar e bioeconomia do miriti no Pará
Em Abaetetuba, no Pará, o artesão José Roberto Ferreira, o Mestre Beto, mantém viva a tradição familiar de produzir brinquedos de miriti, atividade que aprendeu aos 11 anos e que hoje une cultura, renda e bioeconomia. Ele destaca a importância do manejo sustentável da palmeira e a transmissão do conhecimento às novas gerações.
Pontos-chave
- Mestre Beto produz brinquedos de miriti há 42 anos.
- Família está perto de completar 90 anos na atividade.
- Defende manejo sustentável e políticas públicas para o miriti.
Contexto
O miriti é uma palmeira amazônica usada no artesanato tradicional, especialmente durante o Círio de Nazaré.
Dados da matéria
Quem disse
“Minha família está perto de completar 90 anos nessa atividade, uma das pioneiras a trabalhar com o miriti. Aos 11 anos, herdei essa arte.”
— Mestre Beto, artesão
“A gente trata o miriti como ouro. Qualquer pedacinho de miriti se transforma numa joia, numa biojoia.”
— Mestre Beto, artesão
“O miriti é minha vida. O maior orgulho que eu tenho são meus filhos e a minha atividade.”
— Mestre Beto, artesão