Ministério Público solicita prisão preventiva de vice-presidente do Corinthians
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, investigado por irregularidades envolvendo artigos esportivos da Nike. O pedido ocorreu após a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI e testemunha-chave, antes da audiência marcada para 10 de novembro. A defesa de Mendonça classificou o pedido como abusivo e ilegal.
Pontos-chave
- MP pede prisão preventiva de vice-presidente do Corinthians.
- Demissão de testemunha antes de audiência motivou pedido.
- Defesa contesta e alega abuso e ilegalidade.
Contexto
Armando Mendonça tornou-se réu em junho, acusado de apropriação indébita e outros crimes relacionados a materiais da Nike.
Dados da matéria
Quem disse
“A defesa recebeu com espanto e surpresa a notícia de que o Ministério Público, na pessoa do Promotor de Justiça Cássio Roberto Conserino, valeu-se da instrumentalização de episódio interno de dispensa de integrante do corpo diretivo do Sport Club Corinthians Paulista, como argumento para obtenção de medidas cautelares outrora denegadas pela Justiça.”
— Defesa de Armando Mendonça