Moda afro-amazônica faz parte de projeto que busca transformar vida de mulheres no Amapá
Rejane Soares fundou em 2013 o Instituto Zwanga Impacto Social no Amapá, que qualifica mulheres pretas, pardas e periféricas em comunidades quilombolas e ribeirinhas. O projeto oferece cursos de corte e costura, tranças, maquiagem e biojoias, e cerca de 70% das mais de 360 mulheres qualificadas abriram seus próprios negócios. O instituto conta com apoio do Sebrae para ampliar sua atuação.
Pontos-chave
- Instituto Zwanga qualifica mulheres em comunidades do Amapá.
- 70% das 360 mulheres formadas abriram negócios próprios.
- Sebrae apoia o projeto para ampliar atuação.
Contexto
O projeto combina moda afro-amazônica com capacitação profissional para gerar renda e enfrentar desigualdades raciais.
Dados da matéria
Quem disse
“Não somos mais um certificado que vai ficar empoeirado na gaveta. Elas recebem ferramentas para trabalhar e isso garante a continuidade do que aprenderam.”
— Rejane Soares, fundadora do Instituto Zwanga
“Isso é economia preta periférica. Isso é dinheiro na mão das mulheres negras. É uma revolução silenciosa e necessária.”
— Rejane Soares
“Quando você entende que faz parte de uma herança ancestral rica, passa a entender que muito do que é nosso também pode fazer parte do nosso negócio.”
— Rejane Soares