Não caia em fake news: Saiba como funcionam armadilhas contra o Aedes aegypti
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) esclarece que as armadilhas contra o Aedes aegypti, como as Estações Disseminadoras de Larvicida e ovitrampas, não atraem mais mosquitos para as residências. As visitas dos agentes de Vigilância Ambiental são essenciais para o controle da dengue. Dados mostram queda de 97,4% nos casos prováveis no DF em 2025 comparado a 2024.
Pontos-chave
- Armadilhas não atraem mais mosquitos, esclarece SES-DF.
- Agentes de Vigilância Ambiental instalam dispositivos nas residências.
- Casos de dengue caíram 97,4% no DF em 2025.
Contexto
A SES-DF combate a dengue com armadilhas e visitas domiciliares, visando reduzir surtos no Distrito Federal.
Dados da matéria
Quem disse
“Elas permitem produzir mapas de infestação do Aedes aegypti e assim direcionar os agentes às ações de prevenção e controle, contribuindo para a proteção da população e menor ocorrência de casos.”
— Israel Martins, biólogo responsável pela implementação dos dispositivos na SES-DF
“Elas não aumentam a infestação, mas ajudam a identificar a presença do Aedes aegypti e permitem ações rápidas para interromper sua reprodução.”
— Fabiano dos Anjos, subsecretário de Vigilância à Saúde (SVS)
“O combate à dengue é um desafio contínuo, que exige estratégias inovadoras e engajamento de toda a população.”
— Fabiano dos Anjos, subsecretário de Vigilância à Saúde (SVS)