Navio da Marinha confirma que Margem Equatorial é o “novo pré-sal” brasileiro

A Petrobras anunciou a segunda descoberta de petróleo na Bacia Potiguar, no poço Anhangá, localizado entre Rio Grande do Norte e Ceará, a 2.196 metros de profundidade. A estatal destaca a Margem Equatorial como nova fronteira exploratória, com investimentos de US$ 3,1 bilhões e 16 poços previstos. Uma expedição científica no navio Vital de Oliveira, operado pela Marinha, está em andamento. O Ibama indeferiu licenciamento para perfuração no Amapá.
Pontos-chave
- Petrobras anuncia segunda descoberta na Bacia Potiguar, poço Anhangá.
- Margem Equatorial é vista como nova fronteira do pré-sal.
- Expedição científica com Marinha estuda a região; Ibama nega licença no Amapá.
Contexto
A Margem Equatorial é considerada a nova fronteira do pré-sal, com potencial de reposição de reservas.
Dados da matéria
Quem disse
“A companhia possui um histórico de quase 3 mil poços perfurados em ambiente de águas profundas e ultraprofundas, sem qualquer tipo de intercorrência ou impacto ao meio ambiente, o que, associado à capacidade técnica e experiência acumulada em quase 70 anos, habilitam a companhia a abrir novas fronteiras e lidar com total segurança suas operações na Margem Equatorial.”
— Jean Paul Prates, presidente da Petrobrás
“As atividades exploratórias na Margem Equatorial representam mais um passo no compromisso da Petrobrás em buscar a reposição de reservas e o desenvolvimento de novas fronteiras exploratórias que assegurem o atendimento à demanda global de energia durante a transição energética.”
— Nota da Petrobrás
“Por trinta dias, estarão a bordo da embarcação cientistas com diferentes linhas de pesquisa, principalmente focados em aprofundar estudos sobre a geologia marinha da região.”
— Petrobrás