O desafio de cumprir a cota de gênero e formar candidaturas competitivas

Bruno Goulart A cada eleição, a formação das chapas proporcionais evidencia um problema já conhecido nos bastidores partidários: cumprir a cota de gênero mínima de 30% de candidaturas femininas. Mais do que preencher o percentual exigido por lei, os partidos enfrentam dificuldades para lançar mulheres com estrutura, visibilidade e potencial de voto.
Pontos-chave
- A regra, que também prevê a destinação mínima de recursos do Fundo Eleitoral e tempo de propaganda para mulheres, expõe incoerências.
- Mesmo com a obrigatoriedade, a maioria das siglas ainda é comandada por homens.
- Em alguns casos, para cumprir o percentual mínimo, partidos recorrem a candidaturas fictícias, as chamadas “laranjas”, registradas apenas para atingir a cota, sem campanha efetiva.
Fonte originalO Hojehttps://ohoje.com/2026/03/18/o-desafio-de-cumprir-a-cota-de-genero/Publicado originalmente em 18 de março de 2026
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 15h02
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