O folheteiro

Nos últimos dez anos, Jurivaldo Alves da Silva, que prefere ser chamado de folheteiro e não de cordelista, montou uma coleção de mais de quatro mil títulos das obras dos principais poetas populares do Brasil – uma das maiores que se tem conhecimento. E pretende fundar um museu.
Pontos-chave
- Na ponta do lápis, as contas são mais difíceis de fechar do que uma sequência de rimas.
- A concretização do sonho vem sendo adiada – ele não sabe até quando.
- Outro clássico é a “Peleja do Cego Aderaldo com Zé Pretinho”, de Firmino Teixeira do Amaral, publicado em 1916.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2017/01/24/o-folheteiro/Publicado originalmente em 24 de janeiro de 2017
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 31 out 2026 · 23h23
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