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Ficha nº 589048 Cultura 19/12/2017 · 08h00

O guardião da memória

Meus Sertões tom misto
O guardião da memória
Imagem: Meus Sertões (reprodução)

Faz tempo que Jeová Pinto de Santana, 74 anos, deixou de participar dos adjutórios em Itatim, cidade baiana que já se chamou Tanquinho. Ele lembra que era comum as pessoas quebrarem licuri nos dias úteis e no final de semana receberem amigos e vizinhos para um “djutório” (ajuda) para descascar o coquinho do licurizeiro, usado para fazer óleo, doces, licores.

Pontos-chave

  • O trabalho feito com alegria era regado a uma boa refeição e, no final, comemorado com cantigas de rodas e samba.
  • O pé no chão foi substituído por jogos eletrônicos.
  • Também se foi a época em que as relações pessoais eram mais cordiais: “O filme Central do Brasil retrata muito bem o que acontecia em Itatim.
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2017/12/19/o-guardiao-da-memoria/Publicado originalmente em 19 de dezembro de 2017
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